Psicologia, políticas públicas e práticas sociais: experiências em pesquisas participativas¹

Magda Dimenstein, João Paulo Macedo, Jader Ferreira Leite, Maria Aparecida de França Gomes

Resumo


As pesquisas participavas surgiram como alternativa aos modelos tradicionais de investigação. Pressupõem a participação de diversos atores, o redirecionamento do foco sobre o outro para pesquisar com o outro, objetivando criar novos campos de sentido e possibilidades de intervenção na realidade, além do compromisso de analisar as implicações do pesquisador e demais atores envolvidos no processo. Trata-se este artigo de um ensaio teórico-metodológico em torno das experiências desenvolvidas com pesquisas participativas no âmbito das políticas públicas. Primeiramente, abordamos os princípios fundantes da pesquisa participativa. Em seguida, destacamos as práticas de investigação participativa desenvolvidas no âmbito das políticas públicas.  Finalizamos discutindo a instituição pesquisada e problematizando o lugar da psicologia e sua forma de produzir conhecimento no contexto das políticas de bem-estar social.


¹ Trata-se de uma versão modificada do capítulo “Artimanhas e tessituras para uma universidade em movimento: experiências de pesquisa em saúde”. In Scarparo H. B. K. (Org.). Gestão em saúde: experiências de campo e pesquisa em inserção social (p.17-39). Porto Alegre: Sulina, 2013.


Palavras-chave


Psicologia; Metodologia; Pesquisa interventiva.

Texto completo:

RESUMO PDF




A Revista Pesquisas e Práticas Psicossociais é uma publicação eletrônica, mantida pelo Laboratório de Pesquisa e Intervenção Psicossocial e pelo Programa de Mestrado em Psicologia da Universidade Federal de São João del-Rei (LAPIP/PPGPSI/UFSJ). É um periódico aberto, registrado com o ISSN 1809-8908, de acesso livre na internet publicado quadrimestralmente, desde 2006. http://www.seer.ufsj.edu.br