DAS RUGOSIDADES DO COLISEU À HIPERMEDIAÇÃO DAS ARENAS: UMA RELEITURA DO FUTEBOL SOB A ÉGIDE DA GEOGRAFIA CULTURAL
Resumo
O artigo demonstra como a metamorfose dos estádios em arenas multiuso reconfigura as espacialidades e a experiência do torcer na contemporaneidade. Para tanto, adotou-se como procedimento metodológico a revisão bibliográfica, fundamentada em autores como Da Matta (1982), Brunet (1993), Mascarenhas (2005), Garraffoni (2008), Claval (2011), Straubhaar (2013), Ferreira (2017), Souza (2019) e Granetto e Feitosa (2022). A pesquisa foi desenvolvida por meio da leitura de livros e artigos científicos disponíveis em bibliotecas virtuais, utilizando os descritores: geografia, categorias geográficas, cultura, geografia cultural, esporte e futebol. Parte-se do entendimento de que a Geografia, enquanto ciência dedicada à análise do espaço, apresenta amplo campo interpretativo, abrangendo diferentes vertentes e especialidades, entre as quais se destaca a Geografia Cultural. Nesse sentido, considera-se que a cultura futebolística no Brasil constitui um relevante campo de interpretação social, em razão de sua ampla difusão e presença em diferentes porções do território, evidenciando as relações históricas entre o espetáculo esportivo e a organização da sociedade. Assim, ressalta-se o potencial analítico do futebol para os estudos geográficos, bem como a estreita articulação entre a Geografia Cultural e o fenômeno futebolístico.
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