Influências da rotina de trabalho na Unidade de Terapia Intensiva sobre o sofrimento mental dos enfermeiros
DOI:
https://doi.org/10.19175/recom.v16i0.5627Palavras-chave:
Enfermagem, Unidade de Terapia Intensiva, Desgaste Laboral, Angústia psicológica, Saúde mentalResumo
Objetivo: Investigar as influências da rotina de trabalho da Unidade de Terapia Intensiva e suas interferências no sofrimento mental de enfermeiros. Método: Estudo de abordagem qualitativa e descritiva, por meio de entrevista semiestruturada, mediante entrevista on-line, com nove enfermeiros atuantes em Unidades de Terapia Intensiva I de um hospital de grande porte de Minas Gerais. Procedeu-se à análise de conteúdo temática, proposta por Bardin. Resultados: Emergiram as categorias: “Influências da dinâmica de trabalho da UTI sobre o sofrimento mental”, “Sofrimento mental de enfermeiros(as) na UTI” e “Estratégias de defesa de enfermeiros que atuam em UTI diante do sofrimento mental”. Todos os entrevistados apresentavam alguma característica relacionada ao sofrimento mental ou físico, desencadeada por rotinas de trabalho na terapia intensiva. Considerações finais: Os relatos apresentados apontam que a rotina de trabalho na Unidade de Terapia Intensiva, com demanda administrativa excessiva, exposição biológica, absenteísmo e desvalorização profissional, interfere no sofrimento mental dos enfermeiros.
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