Atendimentos em um pronto-socorro de grande porte a pacientes não identificados vítimas de agressão física
DOI:
https://doi.org/10.19175/recom.v15i0.5726Palabras clave:
Violência, Enfermagem em emergência, Registros, Serviços médicos de emergênciaResumen
Objetivo: Caracterizar os atendimentos em um pronto-socorro público de grande porte a pacientes não identificados vítimas de agressão física. Método: Estudo quantitativo, descritivo e retrospectivo que analisou 129 prontuários, considerando dados sociodemográficos, atendimento inicial, condutas na admissão, desfechos e métodos de identificação, com análise estatística descritiva. Resultados: A mediana de idade dos pacientes foi de 30 anos, sendo 73,6% registrados como pardos. As admissões foram mais frequentes nos meses de fevereiro e setembro, fins de semana e de madrugada, a maioria encaminhados pela polícia. O nível de prioridade clínica predominante foi laranja/muito urgente e a mediana de permanência hospitalar foi de dois dias. A identificação ocorreu em 75,2% dos casos. Considerações finais: Os pacientes do estudo representam um grupo vulnerável, com alto grau de gravidade e mortalidade, exigindo protocolos mais eficazes de identificação e atendimento humanizado para garantir cuidados emergenciais seguros e dignos.
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Derechos de autor 2026 Gabriel Rios Roquini, Fernanda Coura Pena de Sousa, Fernanda Oliveira Santos, Maria Alice Silva Reis, Thais Maria Teixeira Costa, Allana dos Reis Correa

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